quarta-feira, 30 de abril de 2014
João Donato | Amazonas (João Donato) | Instrumental SESC Brasil
uma das mágicas da música brasileiro.
Donato é gênio, muito mais do que é reconhecido.
Romero Lubambo, Gene Bertoncini, and Ken Hatfield - "What's New"
um dos hinos de Billie em leitura impecável dos três cobrões.
Whats news ?
This is the news....
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Rahsaan Roland Kirk and John Cage - Sound?? (1967) [DVD quality]
Biografia[editar | editar código-fonte]
Nascido Ronald Theodore Kirk, teve uma vez um sonho que o levou a trocar duas letras de lugar em seu nome e virar Roland. Em 1970, adicionou também o nome "Rahsaan".
Preferindo liderar seus próprios grupos, Kirk raramente tocou para outros músicos, embora tenha gravado com Quincy Jones, Roy Haynes e tido atuações especialmente notáveis com Charles Mingus. Tocava a primeira flauta e solava em Soul Bossa Nova, de Jones, música popularizada nos filmes Austin Powers (Jones 1964; McLeod et al. 1997).
Seu estilo geralmente se enraizava no soul jazz e no hard bop, mas seu conhecimento de história do jazz permitiu que se utilizasse de diversos elementos da história da música, do ragtime ao swing e também o free jazz. Kirk também explorava frequentemente a música clássica e o pop.
Kirk tocava e colecionava uma série de instrumentos musicais, principalmente saxofones, clarinetes e flautas. Seus principais instrurmentos eram o saxofone tenor e dois saxofones pouco conhecidos: o manzello (semelhante ao saxofone soprano) e o stritch (um tipo de saxofone alto reto, sem a curva característica). Kirk modificava ele mesmo os instrumentos para adaptá-los à sua técnica de execução simultânea. Era comum vê-lo no palco com todos os três instrumentos pendurados no pescoço, assim como uma variedade de outros instrumentos como flautas e apitos, e com frequência mantinha ainda um gongo ao seu alcance. Kirk também tocava harmónica, corne inglês, flauta doce e era um razoável trompetista. Às vezes possuía abordagens muito originais, usando uma boquilha de saxofone num trompete ou tocando flauta de nariz. Além disso, utilizava muitos sons extramusicais em sua arte, como despertadores, apitos, sirenes, um conjunto de mangueiras de jardim ("the black mystery pipes") e até sons electrónicos (à época uma raridade).
Kirk foi ainda um flautista influente, empregando técnicas por ele desenvolvidas. Uma delas era cantar e tocar flauta ao mesmo tempo. Outra era tocar ao mesmo tempo a flauta transversal tradicional e a flauta de nariz.
Alguns observadores, ao ver Kirk surgir no palco com sua aparência bizarra e seu multi-instrumentismo simultâneo, pensavam que se tratasse apenas de objetos para chamar a atenção, especialmente tratando-se de um cego. Essas opiniões, porém, mudavam quando Roland Kirk começava a tocar. Ele usava os três saxofones para fazer verdadeiros acordes, funcionando como um "naipe de um homem só". Kirk insistia que ele estava apenas tentando reproduzir sons que ouvia em sua mente.
Além disso, Kirk era um dos maiores expoentes da respiração circular. Com essa técnica, Kirk era capaz não apenas de sustentar uma nota por virtualmente qualquer período de tempo, ele podia também tocar subdivisões e qualquer melodia veloz sem pausas para respiração. Isso lhe permitiu gravar "Concerto For Saxophone" no disco "Prepare Thyself To Deal With A Miracle", numa tomada contínua de cerca de 20 minutes tocando sem que percebamos uma pausa para inspirar.
"The Case Of The 3-Sided Dream in Audio Color" foi um álbum único nos anais do jazz e da música popular. Era um álbum com dois LPs, com o lado 4 aparentemente "em branco", uma vez que o selo não indicava nenhum conteúdo. Contudo, uma vez que a "mensagem secreta" se popularizou entre os fans de Rahsaan, percebia-se que por volta dos 12 minutos no lado 4 aparecia o primeiro de dois recados de secretária eletrônica gravados por Kirk, o segundo aparecendo em seguida, separado por mais um pouco de silêncio. O impacto surpreendente desses trechos no lado "em branco" foi perdido com o lançamento do álbum em CD.
Em 1975, Kirk sofreu um grande derrame que levou-o à paralisia parcial de um dos lados do seu corpo. Apesar disso, contunuou tocando, modificando os instrumentos para que pudesse tocar com uma só mão. Numa aprarição ao vivo no Ronnie Scott's club de London ele chegou a tocar dois instrumentos e ainda fez uma tournê e apareceu na TV.
Morreu de um segundo derrame em 1977, depois de tocar no Bluebird Nightclub em Bloomington, Indiana.
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Chet Baker - Best Of Chet Baker
Chet sempre foi contestado ou adorado. O público idolatrava, os músicos negros odiavam. Viam no pretty boy uma competição desleal de seu estilo, copiado com maestria pelo maluco beleza. Chet viveu para a música e para as drogas, que o levaram várias vezes ao fundo do poço e a cadeia. Tive resistência por Chet Baker durante muito tempo, principalmene na época dos LPs, quando seus discos, sempre melancólicos e líricos, chiavam pra cacete na ponta das agulhas rombudas. A partir do advento dos cds comecei a entender que o som que o cara fazia era muito melhor do que tudo que ele "pretensamente" imitava. Esse link dá um panorama legal aos que ainda não acreditam em seu talento ou ainda não conhecem sua obra. Uma hora, 23 minutos e 54 segundos de Chet Baker pra ser ouvido, de preferência de madrugada, ao lado de um malte de 30 anos e um charuto cubano molhado no conhaque.
Newton Braga sempre foi poeta e bonachão.
Foi dono de cartório por obrigação, mas seu negócio mesmo era a literatura e a poesia.
Quando menino, conhecí Newton, que estava hospedado na casa de Dr. Elviro de Freitas em Marataízes.
Estava muito doente e lembro que Paulo Cesar, o filho caçula da casa, me confidenciou: é um amigo do meu pai que ........está morrendo.
Como se a doença de coração do poeta fizesse parte de uma morte anunciada.
Lembro dele, sentado sozinho embaixo das castanheiras, fumando e contemplando - talvez pela última vez - o mar de Marataízes.
Eu tinha uns doze anos, e não compreendí a importância desse momento: conhecer essa figura que tanto orgulho nos trás de sermos cachoeirenses.....como ele.
Foi dono de cartório por obrigação, mas seu negócio mesmo era a literatura e a poesia.
Quando menino, conhecí Newton, que estava hospedado na casa de Dr. Elviro de Freitas em Marataízes.
Estava muito doente e lembro que Paulo Cesar, o filho caçula da casa, me confidenciou: é um amigo do meu pai que ........está morrendo.
Como se a doença de coração do poeta fizesse parte de uma morte anunciada.
Lembro dele, sentado sozinho embaixo das castanheiras, fumando e contemplando - talvez pela última vez - o mar de Marataízes.
Eu tinha uns doze anos, e não compreendí a importância desse momento: conhecer essa figura que tanto orgulho nos trás de sermos cachoeirenses.....como ele.
Grand Piano 5 - Oscar Peterson & Michel Legrand & Claude Bolling - Blues...
brincadeira, tres monstros do teclado
e uma cozinha magistral.
Oscar Peterson - Blue moon
Oscar Petterson foi o pianista de jazz de nossa geração. Cognominado a Grande Baleia do Jazz, era idolatrado pela velha guarda da Rádio Cachoeiro, e muitas vezes rolava nos programas diurnos de Zé Rebeka, que tocava tudo que era bom, independente de horário ou jabá.
Essa é a rua 54, no auge do BeBop, no final da década de 40. Destaque para os clubes 3 Deuces e Onyx, onde os grandes nomes duelavam até as 3 horas da manhã, quando começavam o dia com uma sopa grátis em qualquer outra casa que oferecesse e a continuação da jam session até o dia seguinte. Dizem que Charlie Parker, certa vez, varou 3 dias sem dormir, embalado pela música e pelas drogas que liquidaram com sua carreira e sua vida aos 33 anos de idade.
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